The West Coast of Europe
Dezembro 13, 2007, 2:07 pm
Filed under: Fontes

Acabou de ser lançada a última campanha que visa promover a imagem de Portugal, no país e no estrangeiro. Para além de explorar a imagem de diversas personalidades nacionais, a campanha pretende abordar os avanços no que concerne à utilização de energias renováveis. A campanha é da autoria da BBDO, as fotografias são de Nick Knight e a fonte utilizada é a Plexes da DSTYPE.

plexes1.jpgplexes2.jpgplexes3.jpg 


15 comentários so far
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(Ainda que este espaço não seja o mais indicado para apresentar o meu ponto de vista)

Sobre esta campanha, acho que Portugal é mais do que um individuo. É mais do que o Mourinho ou a Amália. Será mesmo necessario recorrer ao mediatismo de uma figura para promover as qualidades de um País?

Comentar por Filipe Gama

Ó Filipe Gama.
E os parabéns ao designer, não se dão? Ai o menino…

Comentar por João Moreira

Ups!
Ó senhor designer. Desculpe lá por me ter esquecido de lhe endereçar os meus parabéns.
PARABÉNS, pronto!

Comentar por João Moreira

Pois… mas o design não é meu! Eu somente sou responsável pelo tipo de letra. Também não sou responsável pelo Mourinho ter sido despedido do Chelsea, mas enfim… é a paga por ter abandonado o melhor clube do mundo e arredores!

Comentar por dstype

Pior do que o Mourinho e que a Amália só mesmo o multiply manhoso, ao melhor estilo das capas de disco do Tony Carreira! Enfim…

Ainda assim, parabéns DS por mais uma malha!

Comentar por Pedro Gonçalves

Pronto… está bem… não é designer é quê?…Tipógrafo??? Fontógrafo???
É só mesmo para complicar. Claro que quando ao designer, referia-me ao designer das fontes utilizadas.
“Capice” ou é preciso um desenho?
Quanto ao Mourinho:
isto serve para que os detractores do rendimento mínimo se redimam. Se não fosse o rendimento mínimo, o Mourinho viveria de quê?
Sobre o Tony Carreira:
Que pode haver contra o nome mais sonante e expoente máximo da música portuguesa, ãh?
Tá bem… podia muito bem ser o Zé Cabra, mas convenhamos é menos fotogénico.

Comentar por João Moreira

pois os parabens… ó vãs glórias do presente!!! pessoalmente acredito que cada trabalho deve ter a devida recompensa (e o trabalho do designer Dino Santos é bom) mas caro João, DESIGNERS ARE NOT ROCKSTARS!! É esta coisa de catapultar personagens para o mainstream q m incomoda. O meu Pai, esse anónimo grande senhor que educou 3 filhos e que desde q começou a trabalhar, descontou para a Seg.Social sem fugir aos impostos, não terá ele mais mérito para Portugal q o Mourinho? “(…)Ó glória de mandar! Ó vã cobiça
Desta vaidade, a quem chamamos Fama!(…)” _Os Lusíadas

Comentar por Filipe Gama

e peço desculpa por me afastar da temática deste espaço.😉

Comentar por Filipe Gama

Parece-me evidente a controvérsia existente em redor desta campanha de promoção de Portugal. A questão não se pode resumir a um debate estéril acerca das personalidades representadas , ou representativas, de Portugal, seja o Mourinho, o Cristiano Ronaldo, ou outro qualquer. De um modo frio e desapaixonado, penso que o propósito desta campanha é transmitir uma ideia de um Portugal novo, competitivo, dinâmico e vigoroso. A pergunta é: estas personalidades são representativas dessas características? Como devem supor, os estudos de mercado sobre reconhecimento público, são sempre melhores juizes, que as preferências individuais de cada um. Como cantava Sérgio Godinho: Só neste país é que se diz: Só neste país.

Comentar por dstype

Parabéns! A campanha é o menos, o importante é discernimento da BBDO, e utilizar designers portugueses neste caso na tipografia. E o Mourinho, pois… Abs

Comentar por Vasco Ferreira

Só para acabar, sendo residente em Espanha e tendo passado a quadra natalícia em Portugal, pareceu-me claro que esta campanha se dirige fundamentalmente para dentro de fronteiras. É só ter em conta que está já presente em todos os jornais, outdoors e mupis dos nossos burgos, enquanto de onde me encontro a escrever este post é insignificante senao mesmo inexistente.
Esta estranha pequenez que nos faz falar entre nós em lingua alheia, chateia! Isto para nao usar um “só neste país.”

Comentar por Pedro Gonçalves

Primeiro há que perceber quais a origem do problema e penso que está +/- bem definido por Pedro Bidarra (presidente da BBDO), aconselho então a leitura do “mote” que se desenvolveu como campanha.
“Como cantava Sérgio Godinho: Só neste país é que se diz: Só neste país.” Bem dito, por vezes irrita-me tanto péssimismo, irrita-me mais ainda quando sinto que se fala mal do país sem conhecimento de causa, e mais ainda quando se fala quando é bom criticar, parece que nos faz sentir vivos! criticar! criticar! é assim que o mundo avança, mais ou menos.
Esta campanha tem vantagens de desvantagens. Começando pelas vantagens: a inovação, um governo que investe em auto promoção, que investe não só na imagem do páis mas também na sua própria imagem enquanto governo, por isso VIVA O GORVENO!. Gostava de saber porque é que esta campanha teve início em portugal, quando o objectivo pretendido é mudar a imagem que os europeus têm do nosso país. Bem, por momentos pensei que era espanhol ou francês.. Quanto à escolha do “west” parece-me que o correcto seria “Atlantic”, até porque o nosso mar á maioritariamente atlântico, e como tinha lido, este “west” lembra de imediato as cowboyadas e coisas do genero, portanto, para além de tentar criar uma associação que não deve ser a nossa pois pouco ou nada temos a ver com a “american way of life”.
Um aparte… Porque é que somos dos povos mais inteligentes do mundo? Se alguém me explicar como é que isto tem a ver com o facto da nossa lingua ser bastante complexa GANHA um vale de descontos no albert.
A escolha do fotografo parece-me mais uma opção que promove a abertura do país aos artistas estrangeiros que uma opção sensata, racional e inteligente. Como é que um governo quer promover os nossos talentos/profissionais, como é que o governo quer mostrar que confia nas capacidades dos nossos profissionais..SE EM VEZ DE LHES PEDIR A ELES QUE FAÇAM ESTE TIPO DE TRABALHO..(imaginem uma ilutsração, ex: ministro da economia escarra em fotógrafos portuguêses, com um poster destes no fundo) ..pedem a profissionais que, por um lado não conhecem/sentem o país suficientemente, e que por outro embolsam 700 mil euros. Temos o caso da casa da musica, que já nem merece discussão, mas também temos o caso da 2rede gigante” que me parece outra falha de investimento, porque foram mais uma vez buscar um artista de fora, neste caso uma escultoranorte-americana que quis desafiar os “guns” portuenses e matosinhenses ao projectar a base da rede a +/- metro e meio de altura! Só não fui lá rasgar um kadito porque sou timido!. Uma escultora pensava nisso! Porque será?
O grande problema dos nossos governantes é a sua auto-estima, eles são tão bons, tão auto-suficientes, que não precisam de contratar gente fortemente especializada nas diversas àreas.
Qual democracia! Que ilusão de democracia! não votem! Eu nunca sonhei que um voto meu seria 100% meu, mas sim 90% deles. Vá mas um gajo tem é de falar bem do nosso “sítio” VIVA PORTUGAL! VIVA A ESAD🙂 (nada tenho contra a esad…só estou tripar sem motivos, é isso).
Bem, mas isto de promover Portugal através de um poster base, merecia mais tempo de estudo, mais pormenor, muitas soluções na mesa, muita dor de cabeça, e sobretudo a contribuição de designers a sério, tipo o…. e o…. e o…. daquelas que não hesitavam em fazer um burrãozinho, um ambiente sujinho..uma coisa bem abstracta e moderna.
Este Nick Knight, deve gostar mt de fotografar o sol, quando a presença física do sol é desnecessária, desde que o sítio esteja bem iluminado. Pergunto-me porque é que, tendo em conta a necessidade de passar mais a ideia de um país em que vale a pena investir, para que os países europeus valorizem os nossos produtos, insistiu-se novamente em mostrar a praia, praia, praia, praia, o que não quer dizer que goste delas, embora me pareçam banais, mas também já vi algumas fotos sedutoras de locais propícios ao turismo.
Quanto à escolha das figuras, parece-me bem, sei que estas personalidades já têm a sua fama há uns tempos, mas por isso mesmo há que relembrar aos europeus que conseguimos ir longe num país relativamente pobre! Nessa perspectiva somos grandes vencedores! Mas como é que se passa esta ideia? vencedores num país pobre? fazeno um paste inside de praias nas silhuetas dos talentos? Todos eles têm a praia como fundo.. porquê? Será que têm a praia em comum? Foi na praia que chegaram à conclusão da vida deles? “AQUI VOU SER FELIZ”. Concordo com os rostos fechados, já que estão tão na moda! e que por outro lado lembram que somos um povo sério, por isso capaz, cujos serviços são de valorizar (mas quais serviços? servir à mesa na suiça, ou exportar produtos de qualidade e por isso receber mais uns milhões de euros por isso?). Mas isto tudo para dizer que tenho sono e vou dormir.
dANIEL p.

Comentar por danidesenho

Esqueci-me de referir que alguns pescadores matosinhenses sorriram quando souberam que foram investidos 800 mil euros na rede gigante “não faz mal a gente precisa é de mais homenagens assim e menos investimento no nosso sector para que a vida nos corra melhor”

Comentar por danidesenho

Parabéms Dino! Fico contente que “apareças” novamente, no nosso Portugal.
Olha lá, li no sítio que tinhas um MPhil. Não existe MPhil na Fbaup, nem pode ser equivalente. O que fizeste foi um MA, puro e duro, com a normal dissertação com cerca de 20000 palavras (um ano de frequência de algumas aulas e seminários e outro de dissertação/ projecto pessoal), como é instituido em Inglaterra e agora cá.

Um Mphil é coisa distinta e que não pode ter sido feito em Portugal… embora fique melhor no CV. Em Portugal, MA ou PhD… Mphil não há. Vê lá se corriges isso.
Abraços!

Diogo

Comentar por Diogo Amaral

[…] Publicado por Carlos Loureiro em 5 Fevereiro, 2010 Nunca como agora o nome de Portugal apareceu com tanta frequência na imprensa de referência de aquém e de além-mar. Quando foi a última vez que um ministro português foi entrevistado pela CNN? É tempo de aproveitar a onda e reactivar a  campanha “The west coast of Europe“, lançada pelo ministro Pinho, de boa memória. Que tal o slogan “Portugal, the fastest growing European country in public debt“ […]

Pingback por O lado positivo da crise « BLASFÉMIAS




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