Tipografia, Alfabeto e Tecnologia
Janeiro 16, 2007, 12:57 pm
Filed under: Tipografia

Tipografia, Alfabeto e Tecnologia Este conjunto de textos, agora disponíveis em formato PDF, fazem parte da minha dissertação de mestrado. Muito embora sejam textos de 2001 o seu interesse permanece intacto, quer pelo conjunto de questões avançadas, quer pela cada vez maior pertinência do estudo do alfabeto e da tipografia e pelo seu relevo nos actuais sistemas de interface.


2 comentários so far
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Pensar no alfabeto como elemento-base, condicionador e agente formalizante do pensamento em geral, é algo que nunca me tinha ocorrido.
Excelente ponto feito sobre as fontes mono-espaçadas, capazes de servir homem e máquina, nascidas sobre uma condicionante particular ( motor pós-moderno… eh eh eh)

Comentar por J. Landolt

Não existe em relação às fontes monoespaçadas, qualquer característica pós-moderna, bem pelo contrário. É claro que me refiro aos primeiros exemplares dos anos 60 e não a uma certa tendência de finais do século xx. Uma coisa é a New Alphabet desenhada pelo Wim Crowel, ou a OCR do Adrian Frutiger, com princípios claramente modernos, visando uma resposta clara e objectiva a um problema concreto; outro assunto são as reformulações produzidas por diversos designers e type designers visando, unica e exclusivamente, fornecer uma aspecto mais techno aos seus trabalhos gráficos(como por ex: Designers Republic). Encontrei este texto no site da Linotype que me parece suficientemente esclarecedor: “OCR A and OCR B are standardized, monospaced fonts designed for “Optical Character Recognition” on electronic devices. OCR A was developed to meet the standards set by the American National Standards Institute in 1966 for the processing of documents by banks, credit card companies and similar businesses. This font was intended to be “read” by scanning devices, and not necessarily by humans. However, because of its “techno” look, it has been re-discovered for advertising and display graphics. OCR B was designed in 1968 by Adrian Frutiger to meet the standards of the European Computer Manufacturer’s Association. It was intended for use on products that were to be scanned by electronic devices as well as read by humans. OCR B was made a world standard in 1973, and is more legible to human eyes than most other OCR fonts. Though less appealingly geeky than OCR A, the OCR B version also has a distinctive technical appearance that makes it a hit with graphic designers.”

Comentar por dstype




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